domingo, 6 de fevereiro de 2011

Filosofando...

 Com o passar do tempo e as diversas experiências adquiridas (ainda que este tempo não seja um tempo tão considerável no que diz respeito a quantidade, e o mesmo se aplique as experiências),  tenho observado que existe um acúmulo que faz-se extremamente necessário na vida de um ser tão complexo e social, capaz de exteriorizar pensamentos e sentimentos como é o ser humano. Este acumulo nada mais é do que o acúmulo de troca de experiências adquiridas.

Claro que digo isto pensando que o ser que sente esta necessidade sente uma ansiedade por este acúmulo exatamente por pensar no progresso gerado pelo mesmo no que diz respeito a sua interferência sobre o todo, em outras palavras, no que isso pode contribuir  para o seu convívio social. Este indivíduo provavelmente estará deixando de pensar de uma maneira individual.

Partindo deste principio, concluo o quanto faz-se necessário o “viver em comunidade”. Uns chamam isso de congregar (os religiosos talvez). Outros de “pensar coletivamente”, ou “partido” , e assim por diante.

A convivência tem o poder de nos proporcionar uma visão de espelho, mas não um espelho qualquer, mas um espelho atemporal, além do presente, onde podemos ver além do quem vemos. As experiências adquiridas entre os diferentes indivíduos levam os mesmos a olhar um para o outro e ver uma pequena, ou uma grande parte de si, seja isto na perspectiva do ontem, do hoje ou do amanhã.

Convivendo aprendemos que erramos.
Convivendo aprendemos que podemos acertar.
O coletivo proporciona o levantar de uns aos outros frente as possíveis quedas tão naturais da vida humana, inacabada e experimental.

Vivamos coletivamente, independente das diferenças!



1 comentários :

  1. Viver em comunidade é negar que apenas uma visão particular de ver o mundo está correta. Por isso, acho que tudo que é comunitário, em sua essência, tem menor chance de erros grotestcos, porque as decisões são comunitárias, a forma de ver as coisas é comum à todos. Como seria nosso país se a democracia ao invés de representativa fosse participativa? Seria mais humano, em sinergia, sem padrões e moldes. Acho que daria para termos mais chance de vermos o outro, como legitimo outro em sua diferença e particularidades. Quem dera a maioria de nossas igrejas fossem assim. Acho que tenho esperança ao ler algo tão lúcido e repleto de questões que refulta a ideia de que não existem filósofos hoje em dia. Olha um aqui, escrevendo este belo texto, diante de meus olhos.

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